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Apoio ao Plebiscito Popular pelo Limite da Terra

O Blog Henrique Pejoteiro apóia essa causa!
CNBB divulga carta em apoio ao Plebiscito Popular pelo Limite da Terra
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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, divulgou esta semana a carta em apoio ao Plebiscito Popular pelo limite máximo da propriedade da terra no Brasil.
No documento, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16º Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular.
"Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010."
Confira a carta na íntegra:
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Apoio ao Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra e ao 16º Grito dos Excluídos
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Reunidas em Brasília, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, as coordenações regionais e nacionais das Pastorais Sociais e Organismos da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, assumem o compromisso de participar do 16⁰ Grito dos Excluídos e da organização do Plebiscito Popular por um Limite da Propriedade da Terra no Brasil.
Esta decisão tem como base a consciência de que a democratização da terra através da reforma agrária é uma luta histórica do povo e uma exigência ética afirmada pela CNBB há décadas. É também a realização de um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, promovida pelas Igrejas membros do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), como consta no Texto Base, n. 120: "Mobilização de apoio ao Plebiscito de iniciativa popular pelo Limite da Propriedade da Terra, em defesa da Reforma Agrária, da Soberania Territorial e Alimentar, promovido pelo Fórum Nacional de Reforma Agrária e Justiça no campo".
Para isso, convidamos os cristãos e cristãs das dioceses, paróquias, comunidades, movimentos a engajarem-se neste exercício de cidadania que será realizado na Semana da Pátria e especialmente no dia 7 de setembro, junto com o 16⁰ Grito dos Excluídos/as, abrindo espaços, formando comitês, colaborando com os comitês estaduais no processo de informação, formação e coleta dos votos.
O engajamento nesta prática cidadã de democracia direta é uma forma de realizar nossa missão evangélica em favor e junto com os excluídos e excluídas, construindo uma sociedade justa e solidária que garanta vida digna para todos os brasileiros e brasileiras.
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Brasília, 16 de Junho de 2010.

Dom Pedro Luiz Stringhini
Presidente da Comissão
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Visite o site oficial da Campanha Nacional do Limite da Propriedade de Terra:
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Comissão Pastoral da Terra Celebra 35 anos (22 de Junho)


No dia 22 de junho, a Comissão Pastoral da Terra celebrou 35 anos a serviço dos camponeses e camponesas no Brasil. Fundada em plena ditadura militar, como resposta à grave situação dos trabalhadores rurais, posseiros e peões, a CPT contribuiu na luta e reorganização dos camponeses e camponesas no Brasil, em um dos períodos mais nefastos da história brasileira. Trinta e cinco anos depois, organizada em todos os estados brasileiros, a CPT reafirma o compromisso de fidelidade aos povos da terra e ao Deus dos pobres.
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História
A Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975, após um Encontro realizado na cidade de Goiânia (GO) com bispos e religiosos da Amazônia, para discutir os problemas sócio-políticos e as violências vividas pelos povos do campo, surgiu como uma esperança de anúncio e denúncia. Denúncia das mazelas vividas e da opressão empreendida por latifundiários e grupos poderosos sobre os pobres do campo, e anúncio da boa nova, da esperança da terra prometida e do fim das agruras e das pobrezas vividas por esse povo de Deus espalhado pelos diversos “Brasis” existentes em nosso país. Essas são as ações que norteiam a missão dessa entidade desde sua criação.
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Nascida para dar voz e vez aos trabalhadores e trabalhadoras rurais, brasileiros e brasileiras, escondidos e escondidas por trás das cortinas da exploração, a CPT se propôs, desde o seio da sua criação, a promover o protagonismo desses personagens, apoiando suas lutas, suas reivindicações e sua organização. Além de buscar o resgate da auto-estima dos agricultores e agricultoras, oprimidos e descartados por um mundo cada vez mais urbano, cada vez mais elitista e cada vez mais individualista. A terra não mais é vista como mãe de criação, como geradora de alimentos para seus filhos, mas apenas como acúmulo de capital e geradora de divisas. A mercantilização dos bens naturais acirrou a já tão triste realidade de exploração a qual fomos submetidos desde o nosso período de colonização. Tudo é vendável, tudo é lucrativo, nada é dividido e nada é distribuído.
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A partir disso, a CPT buscou junto ao povo do campo alternativas para os desafios que essa realidade mercantil impõe à nossa sociedade. Tudo isso com a finalidade de que a terra deixe de ser vista apenas como um espaço de produção para ser um espaço onde se possa construir um lugar bom de se viver. Também com esse princípio, a CPT assume a questão da água como um dos seus grandes eixos de ação. A partir do momento que um bem natural corre o risco de ser transformado em mercadoria, a serviço de grandes empresas e interesses especulatórios, a CPT se junta às comunidades conservadoras do meio ambiente e do nosso patrimônio natural para defender e conservar essa riqueza, além de promover ações e iniciativas de busca alternativa por esse bem, para os que sofrem com a escassez e a seca sazonal comuns em algumas regiões do nosso país. As lutas assumidas pela CPT e a sua própria criação foram imprescindíveis num momento em que o contexto político e a violência praticada contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo se multiplicavam principalmente no interior da Amazônia.
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Até então, os trabalhadores e trabalhadoras do campo tinham apenas os sindicatos para olharem por eles, mas mesmo estas instâncias haviam se curvado à ditadura e feito acordos conciliatórios para terem uma mínima liberdade de atuação.
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Sendo assim, religiosos e religiosas de variadas denominações cristãs, líderes populares, líderes sindicais, trabalhadores e trabalhadoras rurais uniram-se em torno de um grande ideal, ser fiel ao Deus dos pobres e estar a serviço dos pobres da terra. Formada por religiosos e religiosas, voluntários e voluntárias, e profissionais das mais diversas áreas do conhecimento, a CPT foi criando corpo e dando início às suas ações por todo o país. A essas pessoas foi dado o nome de agente, encarregados de ajudarem, assessorarem e denunciarem a realidade dos camponeses e camponesas brasileiros, oprimidos dentro de um contexto ditatorial e coronelista.
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Ela deu início, também, ao trabalho de documentação. Documentação dos conflitos e violências no campo, como forma de denunciar à sociedade, às autoridades governamentais e ao mundo, a situação vivida pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais em todo o país. Esse trabalho foi tornando-se mais sistemático, passando a compor uma publicação anual com o nome de Conflitos no Campo Brasil. Esse ano, tal publicação completa 25 anos e milhares de páginas com o suor e o sangue de tantos homens, mulheres e crianças que tombaram diante da violência dos poderosos e da impunidade velada no campo brasileiro.
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A CPT tornou-se a única entidade a realizar tão ampla pesquisa da questão agrária no país, e formou uma das mais importantes bibliotecas e acervo documental da luta camponesa no Brasil e talvez no mundo. Outros países buscam a Pastoral da Terra como fonte de pesquisa e de inspiração na tentativa de desenvolver trabalhos similares em suas regiões.
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A diversidade fez a unidade da luta
A partir da realidade de cada região, de cada comunidade, de cada interior desse país, a CPT foi criando uma das mais belas características que possui, a diversidade. Cada CPT criou seu rosto, suas qualificações, sua personalidade, mas todas elas voltadas para os mesmos objetivos, o da democratização do acesso a terra e do fim da violência contra os pobres do campo. E é exatamente por causa dessa diversidade, dessas particularidades de cada região do país, que outros grupos, organizações, entidades e movimentos sociais foram surgindo, a fim de atender a cada um dos cenários brasileiros que iam se apresentando.
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Assim, em 1984, após um processo de fermentação ideológica e conceitual, surge, no Paraná, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Conhecido como um dos mais importantes nomes na luta pela reforma agrária no Brasil, o MST se consolidou no cenário político e no imaginário da sociedade brasileira. Além dele, outros vieram a se somar nessa luta que toma um corpo único no país.
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Fonte: www.cptnacional.org.br

Anel de Tucum

O Anel de Tucum
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Este anel, extraído de uma palmeira da Amazônia (Bactris setosa) que têm como simbologia: o compromisso e aliança com as causas sociais e pelas lutas populares, geralmente são usados por pessoas que fazem parte das PJs, de Pastorais Sociais e Missionárias, de Movimentos Sociais, de ONGs, adeptos da Teologia da Libertação, membros de Partidos de Esquerda, etc., espalhadas por todo o mundo e em especial na América Latina.
Bom, vale dizer que muitos o usam sem mesmo saber seus significados e conseqüências. Assumir tal compromisso, lutar por justiça e se colocar a favor dos menos favorecidos é se opor às lideranças capitalistas que buscam lucros por meio da exploração e isso não é fácil, pois em muitos casos isso pode ser até mesmo perigoso.
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Algumas pessoas usam na mão esquerda, outras na mão direita e ao que parece não existe diferença no significado, mas já escutei belas explicações:
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“uso na esquerda, pois há uma veia no dedo anelar esquerdo que vai direto ao coração”
“a mão esquerda, é de força, simboliza para mim minha opção política (social/de esquerda)”...
“a mão direita é a que saúdo meus companheiros”

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- Bonito, né!??
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Creio que independente da mão, todos temos um ideal parecido: o compromisso com os menos favorecidos, o de busca e luta por uma sociedade mais justa e fraterna, o que para mim (e acredito que para muitos também!), trata-se da construção do Reino de Deus, da Civilização do Amor!!!

- Particularmente falando, acho lindo a mística e a simbologia que este anel tem! O peso que ele possui e se faz sentir!
Realmente não é fácil carregar, assumir, o que para mim faz parte da proposta do Projeto de Jesus!!!

Para finalizar: Trecho do filme “O Anel de Tucum":


"... É sinal da aliança com a causa indígena e com as causas populares. Quem carrega esse anel significa que assumiu essas causas e as suas conseqüências”.

“... Muitos, por causa deste compromisso foram até a morte...".

“... Você toparia usar o anel? Olha, isso compromete, viu?...”
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Abraços e Força na Luta!!!

Agenda 30 anos Santo Dias da Silva

Data: Dia 27 de Outubro - Terça Feira - A Partir das 18hs - Ato Solene 30 Anos Santo Dias da Silva com a presença de autoridades, representantes de organizações sindicais e populares - Auditório Franco Montoro - Assembléia Legislativa de São Paulo.

Data: Dia 28 de Outubro - Quarta Feira - 19hs - Debate com Representantes das Principais Centrais Sindicais Combativas sobre o Movimento Sindical nestes 30 anos; Local: Sede APEOESP - Praça da República 282 próximo ao Metro Republica.

Data: Dia 29 de Outubro - Quinta Feira - 18hs - Concentração em Frente a Igreja da Consolação - Local: Avenida da Consolação - próximo avenida Ipiranga

Data: Dia 29 de Outubro - Quinta Feira - 19hs - Inicio Caminhada da Igreja da Consolação até a Praça da Sé, com uma parada no Largo São Francisco;

Data: Dia 30 de Outubro - Sexta Feira - 14hs - Concentração em frente à antiga fabrica da Silvania - Rua Guararibeia - Avenida Nossa Senhora do Sabará altura do numero 1703;

Data: Dia 30 de Outubro - Sexta Feira - 15hs - Chegada ao Cemitério Campo Grande e Celebração em homenagem ao companheiro Santo Dias da Silva.

Pastoral Operaria Metropolitana SP
Telefone 11 3106 5532
E-mail: pometropolitana@ yahoo.com. br



Dia 30 de outubro, completa 30 anos da morte de Santo Dias. Militante das Ceb’s, da Pastoral Operária, da Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo, Santo foi e continua sendo uma referência importante para milhares de pessoas que acreditam em uma sociedade solidária e humana.

Santo Dias tinha 37 anos quando foi atingido por um tiro de um policial militar em frente à uma fábrica de lâmpadas no bairro Santo Amaro. Estávamos em 1979 e os metalúrgicos organizavam uma greve.

Zé Martins (Falecimento)

Morreu, na noite do dia 16, em Pouso Alegre (MG), o cantor e compositor mineiro Zé Martins. O cantor sofreu uma infecção generalizada, segundo a suspeita dos médicos, devido ao caso mais grave da dengue, ou seja, dengue hemorrágica. Zé Martins será sepultado no dia 18, às 14h, no cemitério de Pouso Alegre.

O cantor e compositor, Zé Martins, nasceu na cidade mineira de Mantena, que fica a aproximadamente, 460 quilômetros de Belo Horizonte, na divisa com o estado do Espírito Santo. Ele era jesuíta, filósofo, teólogo, advogado e sempre foi muito ligado as Comunidades Eclesiais de Base (CEB's), onde atuou nos últimos dois encontros, em Ipatinga (MG), em 2005 e em Porto Velho (RO), em 2009, como animador, e tinha laços estreitos com as Pastorais da Juventude do país.


Vale a pena conferir!
(Homenagem das CEBs de São José dos Campos):


Fonte: CNBB / youtube

7º Enconto Nacional de Fé e Política

“Cuidar da Vida: Espiritualidade, Ecologia, e Economia”

28 e 29 de Novembro de 2009

Centro Esportivo e Cultural 7 de Outubro - Avenida Marechal Candido Rondon s/nº - Veneza I
Ipatinga – MG

O Encontro terá 20 Plenárias Temáticas, que ajudarão a aprofundar diversas reflexões em torno do tema geral. Cada participante poderá optar por uma plenária, que constará na ficha de inscrição.

Os Encontros Nacionais proporcionam a oportunidade de pessoas dos diversos estados do Brasil se reencontrarem e trocarem experiências, nos momentos de animação e formação, trazendo presente as reflexões do encontros preparatórios nas regiões que já estão acontecendo, nas cidades, nas regiões e nos estados.

Inscrição

Programação

Grito dos Excluídos (7 de setembro)

O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.
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Grito dos Excluídos em São Paulo - Capital
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Dia 7 de setembro 2009
8:00hs - Celebração na Catedral da Sé
9:30hs - Abertura oficial na Praça da Sé
10:30hs - Caminhada para o Museu do Ipiranga
12:00hs - Ato do Grito dos Excluidos no Museu do Ipiranga
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Vamos participar desse ato!!!
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O Grito acontece praticamente em todo o Brasil, procure o ato mais próximo.
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Aproveitem o espaço para divulgar o Grito da sua região...
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Comentem como foi o Grito, vamos partilhar experiências!!!
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Abraços e Força na Luta!!!

13º Encontro Intereclesial das CEBs será no CEARÁ (2013)

Com o voto de nove regionais da CNBB, o estado do Ceará foi escolhido para acolher o 13° Encontro Intereclesial das CEBs, em 2013. Além do Ceará (Regional Nordeste 1 da CNBB), São Paulo (Sul 1), com dois votos, e Paraná (Sul 2), com seis votos, concorreram para sediar o próximo intereclesial.O anúncio do Ceará como sede do 13° Intereclesial foi recebido com muita festa pelos nordestinos e demais participantes do encontro. Diocese de Crato será a anfitriã do 13º. O 12º Intereclecial teve início no dia 25 e recebeu mais de mais de 4 mil fiéis.

Confira no vídeo abaixo o momento do anúncio da sede do 13º Intereclesial das CEBs:



Fontes: PJ Maringá / CEBs12

12º Intereclesial - CEBs

12º Intereclesial vai mostrar a caminhada e a força das CEBs

Entre os dias 21 e 25 de julho, a cidade de Porto Velho (Rondônia) sediará o 12° Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

Neste ano, o encontro terá como tema: “CEBs: Ecologia e Missão” e o lema: “Do Ventre da Terra, o Grito que vem da Amazônia”.

Programação

Padre Luis Ceppi (um dos organizadores do 12º) diz que; “o Intereclesial quer mostrar que é possível viver em comunhão com o meio ambiente sem prejudicá-lo”. Para o coordenador, indígenas, quilombolas e outros povos que vivem na região sem destruir são o sinal de uma nova civilização, que resiste ao mundo do consumo. “É o sinal frente à maldita civilização do consumo, à maldita civilização do lucro”, “É possível viver sem ficarmos escravos desse mundo”.


As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) são comunidades cristãs formadas por pessoas de regiões próximas que se reúnem na fé para ouvir e refletir a Palavra de Deus, levando os ensinamentos para a vida cotidiana.

As CEBs estruturam-se basicamente em quatro pontos: a fé, os sacramentos, a comunhão, e a missão.


Fonte: www.cebs12.org.br
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