POSTAGENS!

Exposição sobre o Pequeno Príncipe - Oca do Ibirapuera (SP)

“Todas as pessoas grandes foram um dias crianças. Mas poucas se lembram disso”, diz uma das célebres frases do piloto e escritor Antoine de Saint-Exupéry. Quem for ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a partir desta quinta-feira (22), poderá reviver a infância na exposição “O Pequeno Príncipe na Oca”, inspirada no famoso livro do autor francês.

Com objetos pessoais inéditos até mesmo na França, a mostra integra as comemorações do Ano da França no Brasil. “Saint-Exupéry foi um homem de ação, e também um visionário, que já discutia, nos anos 1930 e 40, os temas da sustentabilidade e biodiversidade”, diz a idealizadora Sheila Dryzun.
“Ele era um homem imenso, como é possível ver pelas fotografias, mas ao mesmo tempo muito doce”, diz François d’Agay, sobrinho do escritor, que veio ao Brasil especialmente para o evento. “Quando o livro ‘O Pequeno Príncipe’ foi publicado na França, em 1946, eu o li numa tacada só. Mas até hoje eu continuo lendo.”

O piloto-poeta carregava sempre consigo cadernetas de anotações. Na exposição, o visitante encontrará duas de suas cadernetas originais, além de uma pulseira encontrada em 1998 no mar de Marselha, que permitiu que o enigma de seu desaparecimento, aos 44 anos, começasse a ser desvendado. Saint-Exupéry saiu em um vôo, em 1944, e jamais voltou.
Clique no vídeo ao acima para ver uma prévia da mostra


Pequeno Príncipe na Oca – 22 de outubro a 20 de dezembro
Quando: de terça a sexta, das 9h às 19h / sáb., dom e feriados, das 10h às 20h
Onde: Oca, Parque do Ibirapuera, Portão 3, São Paulo
Quanto: R$ 18 / R$ 9 para estudantes e professores / grátis para menores de 3 e maiores de 60 anos, público especial e grupos de escolas públicas agendados
Informações: (11) 3034-6424 / http://www.opequenoprincipe.com/
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Postagem anterior sobre o livro "O Pequeno Príncipe"

Livro p/ download
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Fonte: G1

Seminário Nacional - 30 anos da Conferência de Puebla

De Puebla a Aparecida: como a Igreja está acolhendo os jovens?
É com este tema que o Setor Juventude da CNBB promoverá de 4 a 6 de dezembro de 2009, no Centro Mariápolis Ginneta, em Vargem Grande Paulista (SP), o Seminário Nacional sobre os 30 anos da Conferência de Puebla, um momento forte de celebração e memória da importante opção que a Igreja da América Latina fez em 1979. A Igreja confia nos jovens. São para ela sua esperança. “A Igreja vê na juventude da América Latina um verdadeiro potencial para o presente e o futuro de sua evangelização. Por ser verdadeira dinamizadora do corpo social e especialmente do corpo eclesial, a Igreja faz uma opção preferencial pelos jovens em vista de sua missão evangelizadora no Continente” (Puebla, 1186).

O Seminário possibilita contextualizar o caminho de 30 anos da opção pelos/as jovens e empobrecidos em nosso Continente; identificar e atualizar a proposta no contexto do cenário eclesial e social hoje, refletindo como a Igreja está acolhendo os/as jovens, de Puebla à Aparecida.

Para Dom Eduardo Pinheiro, bispo responsável pelo Setor Juventude da CNBB, é um tempo para resgatar no coração de todos/as a paixão pela juventude. “Faremos um resgate histórico da efetivação desta opção em nosso país a fim de vislumbrar perspectivas para motivar ainda mais a evangelização da juventude”, explica.

São convidados/as a participar deste encontro, Responsáveis diocesanos pela juventude; assessores e assessoras das Pastorais da Juventude e dos diversos segmentos do trabalho com os jovens; coordenadores e coordenadoras das Pastorais da Juventude e dos diversos segmentos do trabalho com os jovens; religiosos e religiosas que trabalhem com a juventude; Centros e Institutos de Juventude.

As inscrições estão abertas até o dia 20 de novembro e as vagas são limitadas. Para obter mais informações sobre o Seminário e fazer sua inscrição, acesse http://www.puebla.com.br/ ou escreva para mailto:seminario@puebla.com.br.
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Assessoria
Monsenhor Mariano José Parra Sandoval, bispo responsável pela Seção Juventude no CELAM;

Ir. Ângela Maria Falchetto, assessora da Pastoral da Juventude no Oeste 2, assessora do Setor Juventude da CNBB de 2003 a 2007;

Carmem Lucia Teixeira, coordenadora da Casa da Juventude Pe. Burnier, assessora do Setor Juventude da CNBB de 1998 a 2003;

Padre Jorge Boran, cssp, Presidente do Centro de Capacitação da Juventude, assessor do Setor Juventude da CNBB de 1983 a 1990;

Padre Hilário Henrique Dick, SJ, Observatório Juvenil do Vale – IHU - Unisinos, assessor do Setor Juventude da CNBB de 1981 a 1983.

* Outros nomes estão sendo confirmados.

Zé Martins (Falecimento)

Morreu, na noite do dia 16, em Pouso Alegre (MG), o cantor e compositor mineiro Zé Martins. O cantor sofreu uma infecção generalizada, segundo a suspeita dos médicos, devido ao caso mais grave da dengue, ou seja, dengue hemorrágica. Zé Martins será sepultado no dia 18, às 14h, no cemitério de Pouso Alegre.

O cantor e compositor, Zé Martins, nasceu na cidade mineira de Mantena, que fica a aproximadamente, 460 quilômetros de Belo Horizonte, na divisa com o estado do Espírito Santo. Ele era jesuíta, filósofo, teólogo, advogado e sempre foi muito ligado as Comunidades Eclesiais de Base (CEB's), onde atuou nos últimos dois encontros, em Ipatinga (MG), em 2005 e em Porto Velho (RO), em 2009, como animador, e tinha laços estreitos com as Pastorais da Juventude do país.


Vale a pena conferir!
(Homenagem das CEBs de São José dos Campos):


Fonte: CNBB / youtube

Whiphala

A Whiphala é uma bandeira de origem andina!
A palavra Wiphala tem origem das palavras "aymaras":
- Wiphay que é uma expressão de alegria;
- Phalax que é o sonho produzido por conduzir uma bandeira.

A Wiphala é “propriedade” das nações originárias, e hoje representa como um símbolo das classes exploradas, oprimidas, humilhadas e marginalizadas. É um simbolo muito utilizado em marchas de lutas e espiritualidades, principalmente ligadas à TdL.
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Significado das cores
As cores se originam no arco-íris, tomado como referência pelos antepassados Andinos, para mostrar a composição e estrutura dos emblemas e organizar a sociedade comunitária e harmónica dos Andes.

Vermelho: Representa o Planeta Terra (aka-pacha), é a expressão do homem andino, no aspecto intelectual, é a filosofia cósmica no pensamento e conhecimento dos Amawatas.

Laranja: Representa a sociedade e a cultura, é a expressão da cultura, também expressa a preservação e procriação da espécie humana, considerada a mais apreciada riqueza patrimonial da nação, a saúde e medicina, a formação e educação, a prática cultural da juventude dinâmica.

Amarelo: Representa a energia e força (ch'ama-pacha), é a expressão dos princípios morais do homem andino, é a doutrina de Pacha-Kama e Pacha-Mama: a Dualidade (chacha-warmi) são as leis e normas, a prática coletiva da irmandade e solidariedade humana.

Branco: Representa o tempo (jaya-pacha), é a expressão do desenvolver e a transformação permanente do Quallana Marka sobre os andes, e o desenvolver da ciência e a tecnologia, e arte, e trabalho intelectual e manual que gera a reciprocidade e harmonia dentro da estrutura comunitária.

Verde: Representa a economia e produção andina, é o símbolo das riquezas naturais, da superfície e sub-solo, representa terra e território, e assim mesmo a produção agropecuária, a Flora e Fáuna, as reservas hidrológicas e minerais.

Azul: Representa o espaço cósmico, o infinito (araxa-pacha), é a expressão dos sistemas estrelares do universo e os efeitos naturais que estão sobre a terra, é a astronomia e a física, a organização socioeconômica, política e cultural, é a lei da gravidade, as dimensões e fenômenos naturais.

Violeta: Representa a política e ideologia andina, é a expressão de poder comunitário e harmónico dos andes, o instrumento do estado, como uma estância superior, que é a estrutura do poder, as organizações, sociais, econômicas e culturais e a administração do povo do país.

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O quanto temos visto este simbolo em nossas lutas e em nossas marchas?
Quando comecei a pesquisar sobre a Wiphala para poder postar, me veio essa pergunta e ainda mais: Quantos jovens dos grupos de jovens de hoje, conhecem ou já ouviram falar da Wiphala, ou mesmo outros, como o Anel de Tucum?

As vezes fico pensando que alguns destes simbolos estão se perdendo e junto algumas ideologias! Vejam, quando digo “que estão se perdendo”, falo isso pela realidade onde estou, não quero generalizar, para tal gostaria de saber dos/as companheiros/as:

Como este simbolo repercuti em sua região? Vocês já o utilizaram em algum momento (luta, marcha, de espiritualidade, etc)?


Abraços e Força na Luta!

DNJ-2009 (Subsídio)

Materiais disponíveis para baixar (download):


2009
Tema: Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida
Lema: “Juventude em marcha contra a violência”

Cartaz 2009
Subsidio 2009
Anos anteriores

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