POSTAGENS!

Palestra com a vice consul dos E.U.A

Saudações... Atendendo ao pedido da companheira Tais, do blog Fato! Que Fato? seguem informações e convite.
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Palestra com a vice consul dos E.U.A na Ebony English

- Programas Educacionais Americanos;
- Realidade Afro-Americana;
- Vistos;
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Quando: 03 de julho
Horário: Às 10h.
Onde: Av. São João, 313 – 11º andar
Inscrições: marketing@ebonyenglish.com.br
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Entrada Franca
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Sobre a Palestrante: Deneyse Kirkpatrick - Formada em Howard e com Mestrado em Georgetown, onde foi Presidente da Associação de Estudos Latino-Americanos. Já esteve na Republica Dominicana, Venezuela, Moçambique, Argentina e Uruguai – onde conduziu uma pesquisa sobre a população Afro-Uruguaia e seus esforços para serem reconhecidos como cidadãos e as relações entre Afro-Americanos e Afro-Imigrantes nos espaços urbanos.

Fonte: Fato! Que Fato?

Comissão Pastoral da Terra Celebra 35 anos (22 de Junho)


No dia 22 de junho, a Comissão Pastoral da Terra celebrou 35 anos a serviço dos camponeses e camponesas no Brasil. Fundada em plena ditadura militar, como resposta à grave situação dos trabalhadores rurais, posseiros e peões, a CPT contribuiu na luta e reorganização dos camponeses e camponesas no Brasil, em um dos períodos mais nefastos da história brasileira. Trinta e cinco anos depois, organizada em todos os estados brasileiros, a CPT reafirma o compromisso de fidelidade aos povos da terra e ao Deus dos pobres.
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História
A Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975, após um Encontro realizado na cidade de Goiânia (GO) com bispos e religiosos da Amazônia, para discutir os problemas sócio-políticos e as violências vividas pelos povos do campo, surgiu como uma esperança de anúncio e denúncia. Denúncia das mazelas vividas e da opressão empreendida por latifundiários e grupos poderosos sobre os pobres do campo, e anúncio da boa nova, da esperança da terra prometida e do fim das agruras e das pobrezas vividas por esse povo de Deus espalhado pelos diversos “Brasis” existentes em nosso país. Essas são as ações que norteiam a missão dessa entidade desde sua criação.
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Nascida para dar voz e vez aos trabalhadores e trabalhadoras rurais, brasileiros e brasileiras, escondidos e escondidas por trás das cortinas da exploração, a CPT se propôs, desde o seio da sua criação, a promover o protagonismo desses personagens, apoiando suas lutas, suas reivindicações e sua organização. Além de buscar o resgate da auto-estima dos agricultores e agricultoras, oprimidos e descartados por um mundo cada vez mais urbano, cada vez mais elitista e cada vez mais individualista. A terra não mais é vista como mãe de criação, como geradora de alimentos para seus filhos, mas apenas como acúmulo de capital e geradora de divisas. A mercantilização dos bens naturais acirrou a já tão triste realidade de exploração a qual fomos submetidos desde o nosso período de colonização. Tudo é vendável, tudo é lucrativo, nada é dividido e nada é distribuído.
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A partir disso, a CPT buscou junto ao povo do campo alternativas para os desafios que essa realidade mercantil impõe à nossa sociedade. Tudo isso com a finalidade de que a terra deixe de ser vista apenas como um espaço de produção para ser um espaço onde se possa construir um lugar bom de se viver. Também com esse princípio, a CPT assume a questão da água como um dos seus grandes eixos de ação. A partir do momento que um bem natural corre o risco de ser transformado em mercadoria, a serviço de grandes empresas e interesses especulatórios, a CPT se junta às comunidades conservadoras do meio ambiente e do nosso patrimônio natural para defender e conservar essa riqueza, além de promover ações e iniciativas de busca alternativa por esse bem, para os que sofrem com a escassez e a seca sazonal comuns em algumas regiões do nosso país. As lutas assumidas pela CPT e a sua própria criação foram imprescindíveis num momento em que o contexto político e a violência praticada contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo se multiplicavam principalmente no interior da Amazônia.
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Até então, os trabalhadores e trabalhadoras do campo tinham apenas os sindicatos para olharem por eles, mas mesmo estas instâncias haviam se curvado à ditadura e feito acordos conciliatórios para terem uma mínima liberdade de atuação.
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Sendo assim, religiosos e religiosas de variadas denominações cristãs, líderes populares, líderes sindicais, trabalhadores e trabalhadoras rurais uniram-se em torno de um grande ideal, ser fiel ao Deus dos pobres e estar a serviço dos pobres da terra. Formada por religiosos e religiosas, voluntários e voluntárias, e profissionais das mais diversas áreas do conhecimento, a CPT foi criando corpo e dando início às suas ações por todo o país. A essas pessoas foi dado o nome de agente, encarregados de ajudarem, assessorarem e denunciarem a realidade dos camponeses e camponesas brasileiros, oprimidos dentro de um contexto ditatorial e coronelista.
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Ela deu início, também, ao trabalho de documentação. Documentação dos conflitos e violências no campo, como forma de denunciar à sociedade, às autoridades governamentais e ao mundo, a situação vivida pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais em todo o país. Esse trabalho foi tornando-se mais sistemático, passando a compor uma publicação anual com o nome de Conflitos no Campo Brasil. Esse ano, tal publicação completa 25 anos e milhares de páginas com o suor e o sangue de tantos homens, mulheres e crianças que tombaram diante da violência dos poderosos e da impunidade velada no campo brasileiro.
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A CPT tornou-se a única entidade a realizar tão ampla pesquisa da questão agrária no país, e formou uma das mais importantes bibliotecas e acervo documental da luta camponesa no Brasil e talvez no mundo. Outros países buscam a Pastoral da Terra como fonte de pesquisa e de inspiração na tentativa de desenvolver trabalhos similares em suas regiões.
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A diversidade fez a unidade da luta
A partir da realidade de cada região, de cada comunidade, de cada interior desse país, a CPT foi criando uma das mais belas características que possui, a diversidade. Cada CPT criou seu rosto, suas qualificações, sua personalidade, mas todas elas voltadas para os mesmos objetivos, o da democratização do acesso a terra e do fim da violência contra os pobres do campo. E é exatamente por causa dessa diversidade, dessas particularidades de cada região do país, que outros grupos, organizações, entidades e movimentos sociais foram surgindo, a fim de atender a cada um dos cenários brasileiros que iam se apresentando.
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Assim, em 1984, após um processo de fermentação ideológica e conceitual, surge, no Paraná, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Conhecido como um dos mais importantes nomes na luta pela reforma agrária no Brasil, o MST se consolidou no cenário político e no imaginário da sociedade brasileira. Além dele, outros vieram a se somar nessa luta que toma um corpo único no país.
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Fonte: www.cptnacional.org.br

1º Festival Nacional de Música e Poesia da PJ - "A Cor Da Juventude"



As cortinas estão se abrindo... É chegado o momento!!

O 1° Festival Nacional de Música e Poesia - "A Cor Da Juventude" - promovido pela Pastoral da Juventude está no ar.

Prepare seu coração, seus instrumentos e inspiração e venha fazer parte deste balaio de sonhos.

Visite o site oficial do Festival e saiba como participar - www.acordajuventude.com.br

Pode participar qualquer pessoa, seja de grupo de jovens, banda individual, de qualquer idade e crença, que abracem a causa do direito à vida da juventude.

Esse grande sarau pretende reunir poesia e música das juventudes de todo nosso país, abordando à vida dos/das jovens, suas conquistas, suas dificuldades, suas bandeiras de luta,
tendo como tema: “Chega de violência e extermínio de Jovens”.

Que possamos chegar a todos os cantos do Brasil, envolvendo o maior número de pessoas, pois é com a Bandeira da 'Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens' que queremos dizer SIM à vida.

Então, reúna as pessoas, crie, grave o seu vídeo com a execução de sua música ou recitando sua poesia e nos envie.

Sonhamos, queremos e estamos construindo a Civilização do Amor com mãos jovens.


Informações do 1º Festival Nacional da PJ: "A Cor Da Juventude"

Período de Inscrições: 20/06/2010 até 05/09/2010
Custo: Apenas 10,00 por música e 3,00 por poesia

Formato do Festival:
O Festival acontece por meio de vídeos das bandas e poetas postados no YouTube e cadastrados no site do Festival. Um corpo de jurados especializados avaliará os trabalhos e os melhores chegarão ao voto popular.

Trata-se de um Festival de músicas inéditas com o tema: Chega de Violência e Extermínio de Jovens

As melhores músicas serão exibidas no Programa Arena do Som da Tv Século 21. (em processo de assinatura de contrato).
Cogita-se também a possibilidade da gravação de um cd com as melhores, tudo depende da arrecadação.

O vencedor será conhecido até dia 15/11 após as 3 fases do Festival estiverem concluídas.
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Todas as informações estão disponíveis em: www.ACorDaJuventude.com.br
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Informações podem ser obtidas por: faleconosco@ACorDaJuventude.com.br
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Abraços e Força na Luta!!!
PAZ E BEM

Caderno de Estudo nº1 - “Campanha Contra a Violência e Extermínio de Jovens”

Companheiros/as...
Segue para download o material: Caderno de Estudo nº 1, que aborda a temática da “Campanha Contra a Violência e Extermínio de Jovens” produzido pela Sub-Região Sorocaba/SP.

(clique na imagem acima para realizar o download)

Este material apresenta dados estatísticos, roteiros de encontros, ofício e vários textos. Vamos aproveitar e partilhar nos grupos de base.

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Fonte: CCJ

Dia D - Combate à Violência e o Extermínio de Jovens

Dia 15 de Junho
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"Dia D"
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Em Combate à Violência e o Extermínio de Jovens
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Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens

Dia 15 de junho de 2010, completa exatamente 1 ano da morte do Pe. Gisley (Mártir da Campanha) e a Coordenação da Campanha no Estado do Rio de Janeiro propõe que neste dia seja realizado o "DIA D" em Combate Contra a Violência e o Extermínio de Jovens. Para aderir é muito simples, não precisa fazer grandes atividades, abaixo algumas sugestões práticas:

- Nas ferramentas da Internet: Coloque no seu Perfil do Orkut, Facebook, MSN, etc... O tema: Dia D - Combate a Violência e o Extermínio de Jovens e o logo da Campanha, a idéia é que permaneça assim por 24 horas.
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- Nos espaços de socialização: realize pequenas Rodas de Convera sobre a Campanha. Leia poesias, convide amigos para assistir um Filme sobre a temática e depois discuta o assunto, se religioso, reze o Ofício em Memória do Pe. Gisley.

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“Agradeço pelo empenho de tantas vozes dispersas até agora! Vamos juntos/as gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de Jovens.” (Pe. Gisley)

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Abraços e Força na Luta!

PAZ E BEM

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